Nenhuma sessão é cópia da anterior
Antes de lhe tocarmos, perguntamos. O que dói, como dormiu, o que espera desta hora. A pressão, o óleo e o ritmo saem dessa conversa — nunca de um protocolo impresso.
A nossa inspiração parte de inúmeras viagens pelo mundo — em particular pelos continentes asiático e africano — na procura das técnicas de massagem ancestrais que melhor promovem o relaxamento, o bem-estar e a melhoria da qualidade de vida.

O primeiro espaço abriu em Vila Nova de Gaia, dentro do Candal Park, e é lá que continua. O segundo veio depois, na Rua de Júlio Dinis, no coração do Porto. Dois endereços, a mesma equipa e o mesmo menu — muda a luz que entra pelas janelas, não muda o que se passa na marquesa.
Em Gaia entra-se a partir de um parque, com estacionamento à porta; no Porto, de uma rua que não pára. Lá dentro a diferença desaparece: assim que a porta fecha, o ruído fica do lado de fora.
As técnicas que praticamos não foram inventadas por nós. Vêm da Índia, do Japão, de Marrocos, do continente africano — de tradições onde a massagem ainda se aprende de mãos para mãos e onde cada gesto tem séculos de correções em cima. Trazemo-las intactas no essencial e cuidadas no detalhe.
Depois adaptamos as nossas terapias às suas necessidades individuais, potenciando ao máximo os seus benefícios. Porque acreditamos que é no equilíbrio, na paz e na harmonia que está a chave para uma vida feliz — e que a esses três se chega uma hora de cada vez.
Amani significa em suaíli paz e harmonia. É nesse sentido que o nosso Spa se inspira.
Quatro coisas que não mudam, seja qual for o tratamento que escolher, em qualquer um dos nossos dois espaços.
Antes de lhe tocarmos, perguntamos. O que dói, como dormiu, o que espera desta hora. A pressão, o óleo e o ritmo saem dessa conversa — nunca de um protocolo impresso.
Luz baixa, som contido, telefones desligados. Tratamos o silêncio como tratamos os óleos: é um ingrediente, e a falta dele nota-se no resultado.
Ayurvédica, shiatsu, drenagem, reflexologia. Cada terapia tem uma escola por trás e formação certificada a sustentá-la. O toque é intuitivo; o que o guia não é.
Uma cervical tensa raramente começa na cervical. Trabalhamos a zona que dói e tudo o que puxa por ela — postura, respiração, sono — porque é aí que o alívio se mantém.
Quatro movimentos, sempre pela mesma ordem. O que muda dentro deles é tudo aquilo que vamos sabendo sobre si pelo caminho.
Deixa-se o ruído à porta. Um chá, um assento, e o tempo de descer o ritmo antes de qualquer coisa começar.
Perguntamos como está o corpo, o sono e a cabeça. É daqui que sai a pressão certa, o óleo certo e as zonas a trabalhar.
Luz baixa, som contido, temperatura certa. A sessão é adaptada a si do princípio ao fim — nunca há dois protocolos iguais.
Voltar devagar. Água, mais um momento sentado, e as indicações para levar o efeito da sessão o mais longe possível.
Terapeutas com formação em técnicas distintas — ayurvédica, shiatsu, drenagem, desportiva — que trabalham juntos e trocam de mãos quando é isso que a sua sessão pede. Escolha o terapeuta na marcação, ou deixe-nos escolher por si.
E preferem que fale: se a pressão não estiver certa, diga-o a meio da sessão. Preferimos corrigir ali do que ouvi-lo no fim.
Marcar massagem

O nosso primeiro espaço, dentro do Candal Park, com estacionamento fácil.

No coração do Porto, a dois passos da Boavista.
Escolha um ritual, ou deixe-nos ajudar a escolher. Daqui a uma hora nada disto precisará de explicação.